
Inserido no contexto da mostra Modernos e Eternos, este espaço propõe um encontro delicado entre tempo, afeto e identidade. Em um edifício histórico de Belo Horizonte — uma escola, lugar de formação e memória coletiva — a sala de estar se revela como um ambiente íntimo, quase confidencial, onde a narrativa se constrói a partir da história de uma família.
Inspirado na trajetória da Franccino, marca que celebra 25 anos de existência, o projeto parte da ideia de pertencimento. Mais do que expor mobiliário, o espaço encena a atmosfera de uma casa vivida, habitada por seus próprios criadores. Os fundadores da marca tornam-se personagens dessa ambientação, e seus laços afetivos ganham forma nos móveis que carregam nomes, histórias e heranças.
A nova coleção, que revisita as origens da Franccino, é reinterpretada por meio de uma curadoria sensível de cores, acabamentos e texturas. O projeto introduz uma paleta mais expressiva, explorando tecidos e superfícies que aquecem o olhar e convidam ao toque.
Em contraponto, peças vintage e um armário mineiro pertencente à família trazem camadas de tempo e autenticidade, estabelecendo um diálogo natural com a arquitetura preexistente.
A iluminação, suave e indireta, reforça essa atmosfera doméstica e afetiva, dissolvendo os limites entre exposição e morada. O resultado é um espaço que não se impõe como cenário, mas se revela como memória viva.
Parceiros:
Franccino: Sofás, almofadas, poltronas, mesas de centro e laterais, armário, cadeira e escrivaninha
A. de Arte: Iluminação, luminárias e abajures
Ana Luiza Decorações + Hunter Douglas: Cortinas
Botteh Tapetes: Tapete
Fagundes Efeitos Decorativos: Pintura
Falci Elétrica: Instalações elétricas
Galeria Murilo Castro: Obras de arte, quadros e esculturas
Galeria Tempus: Móvel bar, escrivaninha vintage, baú, banco cela, ferramentas, escultura e revisteiro
Varejão das Tintas + Suvinil: Tintas
Verde Que Te Quero Verde: Adornos e paisagismo
