
Ecos de um Belo Horizonte nasce como um convite à pausa. Um espaço onde a arquitetura deixa de ser apenas forma e se transforma em memória, presença e conversa.
A proposta reúne diferentes tempos da arquitetura belo-horizontina em um cenário de acolhimento quase doméstico. Tons terrosos, superfícies claras, luz baixa e materiais táteis criam uma ambiência que remete ao aconchego das casas mineiras e aos barrados coloniais reinterpretados sob um olhar contemporâneo. Tudo ali parece convidar o visitante a diminuir o passo.
Mais do que um espaço de palestras ou encontros culturais, o ambiente foi pensado como um respiro dentro da mostra: um lugar para ouvir, observar e trocar ideias. Um espaço que lembra que a arquitetura também é feita de permanências, de relações e de tudo aquilo que continua ecoando na cidade mesmo depois que o concreto endurece.
Parceiros:
A. de Arte: Iluminação
Caspe Mesas Personalizadas: Mesa de pedra
Dacapo: Textura, Revestimento Terral
Doimo Conceito: Bancos
Falci Elétrica: Instalações Elétricas
Franccino: Sofás, Poltronas e puff
Galeria Murilo Castro: Obras de arte
Marie Camille Tapetes: Tapete
Varejão das Tintas + Suvinil: Tintas
Verde Que Te Quero Verde: Plantas, vasos e decorações
Apoio acadêmico: Ulisses Morato (@cultura.arquitetonica)
