
Implantada em um espaço arquitetônico centenário, esta sala de jantar estabelece um diálogo entre a preservação da história e a linguagem contemporânea do design. A composição foi estruturada a partir de uma peça original, que assume protagonismo e organiza visualmente o ambiente, reforçando sua identidade e autenticidade.
A seleção do mobiliário modernista de Joaquim Tenreiro , de Zalzupin e do Branco e Preto com os contemporâneo promovem um equilíbrio entre diferentes temporalidades, valorizando as características arquitetônicas existentes e proporcionando uma leitura atual do espaço. Para destacar o conjunto e criar um ponto focal, foi criada uma parede em gesso com aplicação de cor, funcionando como pano de fundo para o mobiliário e evidenciando suas formas e presença no ambiente.
A paleta cromática foi cuidadosamente definida para trazer aconchego e sofisticação, sem abrir mão da elegância. O projeto também resgata a importância da sala de jantar como um dos ambientes mais reservados da casa, concebido para os encontros, as conversas e os momentos compartilhados. Mais do que um local destinado às refeições, o espaço recupera seu significado como cenário de convivência e permanência, conectando memória, arquitetura e estilo de vida contemporâneo.
Parceiros:
A. de Arte: Iluminação
Ana Luiza Decorações + Hunter Douglas: Cortinas
Fagundes Efeitos Decorativos: Pintura
Falci Elétrica: Instalações Elétricas
Fotografias Fine Art: Ana Lucia Rodarte
Galeria Tempus: Serigrafias
Karminha Sousa: Pratos Ingleses
Marie Camille Tapetes: Tapetes
São Romão: Mobiliário
Varejão das Tintas + Suvinil: Tintas
Verde Que Te Quero Verde: Adornos, flores e plantas
Mobiliário colonial português: Acervo Escola Estadual Pedro II
